A história por trás de Ship It With AI

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Ninguém te paga por código. Pagam-te por coisas acabadas que funcionam. Saber a diferença é a parte que ninguém ensina.

Não sou cientista de computação. Comecei a fazer sites para clientes pelo caminho lento — templates, noites em claro, tutoriais no YouTube — e a faturar por isso na mesma. O trabalho era real antes de as competências estarem completas, e passei os anos seguintes a fechar essa distância pela pior ordem possível: em produção, à frente de gente que já tinha pago.

Quando a IA ficou boa o suficiente para escrever código de produção, a maioria usou-a para brincar. Eu usei-a para comprimir a entrega: briefing, construção, revisão, deploy. Projetos que levavam semanas passaram a levar dias. O que não mudou foi quem tinha de reparar quando o resultado estava errado. Isso continuou a ser o meu trabalho — e é exatamente a parte que as ferramentas não te dão.

dubai — de onde o estúdio funciona

Hoje o estúdio faz sites para clientes, produtos com backend e as suas próprias ferramentas internas, com IA no meio em quase tudo. O curso existe porque a pergunta que mais me fazem não é «que modelo usas?». É alguma versão de «como é que sei se o que ele me deu presta?»

Isso é uma questão de competência, não de ferramenta. Por isso escrevi como é que se adquire a competência.

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2021Primeiro site para cliente, feito à noite e aos fins de semana. Primeira fatura.
2023Mudança para o Dubai. O trabalho com clientes passa a ser o rendimento principal.
2024Abre a FORTY8 — sites, produtos e ferramentas internas para clientes.
2025Todo o processo do estúdio é reconstruído à volta do Claude Code. O tempo de entrega colapsa.
2026Ship It With AI. O processo, escrito e ensinado.
a grelha de prova mostra o que o curso produz, módulo a módulo